Chamado de "ouro líquido" pelos mediterrâneos, o azeite está no ranking de alimentos essenciais ao cardápio de quem quer uma vida mais saudável. Rico em ácidos monoinsaturados, vitamina E e antioxidantes, ele ajuda em doenças cardiovasculares, previne o envelhecimento precoce, serve como lubrificante do intestino e ainda dá uma mãozinha no combate ao câncer. Como na Páscoa esse alimento está mais presente à mesa, regando os pratos à base de peixes, procuramos esclarecer alguns mitos relacionados ao modo de consumir e aos benefícios.
O azeite ajuda a emagrecer: verdade, desde que seja utilizado em uma dieta balanceada e em quantidade moderada. O mais correto seria dizer que o azeite ajuda a manter o peso, ou seja, a não engordar. "É totalmente possível incluir o azeite de forma saudável na alimentação e não afetar o peso. O segredo está no equilíbrio", afirma a nutricionista Alice Carvalhais, responsável pelo Programa de Longevidade e Nutrição Geriátrica do Instituto Mineiro de Endocrinologia. Há também um estudo publicado na revista Diabetes Care, da Associação Americana de Diabetes, que apontou que a ingestão diária de uma quantidade mínima do alimento contribui para evitar a formação de gordura na região da barriga.
Azeite composto também traz os mesmos benefícios que o azeite comum: mito. O composto geralmente é misturado com outros tipos de óleos que são mais ricos em gorduras saturadas, prejudiciais para o organismo se consumidas em excesso. "Em alguns desses produtos compostos, somente 10% é azeite", alerta a nutricionista Alice. Esses óleos também são mais calóricos e não trazem tantos benefícios para o organismo como o azeite traz.

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